Entrevista realizada por Renée Lambert a Marcos Eberlin, concedida durante o evento da Consciência Cristâ, em 2014
O Farol: Estamos aqui com o professor Marcos Eberlin, professor da Unicamp, estamos na Consciência Cristã em Campina Grande e assistimos uma palestra extraordinária. A gente vai pegar um pouquinho aqui, pra vocês terem uma ideia de tudo que a gente viu e como vale a pena esse evento. Vamos conversar um pouquinho aqui com o professor. Forma rudimentar de vida, isso existe? É real?
Dr. Marcos Eberlin: Não, isso é uma falácia da evolução, eles querem nos fazer acreditar que essa forma rudimentar de vida existiu ou poderia ter existido uma vez no passado nesse planeta. Mas o que a gente percebe é que a vida é uma coisa de profissional, pra se viabilizar ela precisa de um conjunto imenso de maquinas moleculares, ela precisa de uma membrana dupla camada, de varias e varias moléculas altamente sofisticadas. Ela precisa praticamente de tudo que a gente conhece hoje que a vida precisa, do que ela necessita do seu dia-a-dia. Precisa de ribossomos, de toda uma maquinaria química, e praticamente nada que a gente conhece hoje na vida é dispensável para a vida. Então vida realmente é uma coisa de profissional, não da pra você juntar algumas moléculas…
JOF: e improvisar…
ME: improvisar, colocar uma membrana qualquer e imaginar que aquilo vai estabelecer um sistema vivo, não vai. Ou você tem tudo lá, toda essa maquinaria, essa nave espacial pronta pra lançar a pessoa pro espaço ou ela vai morrer no espaço. Com certeza.
JOF: Essa receita, matéria + energia + espaço, tá faltando alguma coisinha ai?
ME: Sem duvida, o Stephen Hawking esqueceu como toda dona de casa perceberia facilmente, o principal ingrediente do bolo, o fermento ou a farinha se você preferir assim. Só com energia, matéria e espaço você não constrói o universo, não há como construir o universo, todo estruturado, todo bem arquitetado da forma que a gente conhece. Então o universo é regido por leis matemáticas extremamente complexas que estabilizam o universo, a movimentação dos planetas, nós temos a mecânica quântica, que diz que essas leis também estabilizam os átomos, os elétrons, os prótons, o núcleo… e temos na vida também, todo um conteúdo imenso de informação registrado no software da vida que é o DNA, e sem essa informação a vida não se viabiliza, porque você precisa sincronizar o funcionamento de varias maquinas, elas tem que funcionar automaticamente, sincronizadamente, você precisa de um conjunto imenso de informações a reger tudo isso. Sem informação o bolo desanda, ele não cresce, não se viabiliza. Então o Stephen Hawking esqueceu o principal elemento da vida, a informação, e a informação é imaterial, ela só emana de uma mente inteligente, somente uma mente inteligente tem a capacidade de organizar, teria tido a capacidade de organizar a informação que a vida nos apresenta hoje.
JOF: A informação governa o que é a vida né?
ME: Informação é vida. São sinônimos e sem ela não há vida.
JOF: Fala um pouquinho pra gente sobre essa falácia da extrapolação de idade.
ME: Então, Darwin infelizmente ao visitar a Ilha de Galápagos, ele observou que os bicos dos passarinhos sofriam pequenas alterações morfológicas, mas continuavam bicos, bico de um passarinho determinado, tentilhões de Darwin. E o que aconteceu? Darwin ao observar aquilo ele cometeu um erro gravíssimo em ciência, ele extrapolou grandemente, quando ele imaginou que aquelas pequenas modificações, que os bicos estavam sofrendo, poderiam ter criado o bico, poderia não só ter criado o bico, como o pássaro todo, não só os pássaros, mas todas as formas de vida deste planeta a partir de matéria inanimada. E foi uma extrapolação e a falácia da extrapolação tremenda, que levou ao erro também, porque por exemplo, se observou na ilha que as mudanças eram causadas por períodos de seca, por condições naturais, mas assim que a seca terminou o bico voltou a sua forma original.
JOF: Ou seja, eram mecanismos de adaptação?
ME: Mecanismo de adaptação, de diversificação da vida, que a vida já tem em si mesmo, na informação genética pré-existente. A vida se diversifica, se adapta, mudando a sua forma, mudando algumas características, mas jamais esse processo vai criar do nada, um bico. E nem um pássaro como um todo, nem todas as formas de vida desse planeta que foi o que Darwin imaginou. Ele extrapolou e errou.
JOF: Ou seja, então a gente pode então entender que micro-evoluções são uma coisa perfeitamente aceitável, o que começa a ser uma coisa meio estranha e irreal, é a coisa da macro-evolução, pegar esse detalhe e maximizar, colocar a coisa como se fosse geral…
ME: Eu não gosto nem do termo micro-evoluções…
JOF: É mesmo?
ME: É, porque a pesar de ser aceito, o termo está incorreto…
JOF: Mas isso é importantíssimo!
ME: É importante, porque a evolução você já pressupõe que alguma coisa ficou mais complexa, ou mais apta, ou você aumentou o conteúdo de informações. Mas a micro-evolução não é assim, o quê que ela faz? Ela usa a informação genética pré-existente pra modificar a vida, então é um processo de diversificação, é um processo que altera as coisas pré-existentes. Embaralhando informações genéticas, nocauteando um gene, reativando um gene, mas não é nada que você consiga aumentar o conteúdo de informação do ser vivo. Não há lanche grátis na vida. Na ciência da informação a gente sabe disso, o conteúdo de um software nunca é maior, o que ele pode gerar nunca é maior do que o conteúdo de informação que quem elaborou o software introduziu naquele software. Então como não existe lanche grátis na ciência da informação, o programador daquele software também não existe lanche grátis. A informação pré-existente que diversifica aquilo, mas nunca você vê um aumento no conteúdo de informações.
JOF: A teoria criacionista ela é comprovada através do método cientifico?
ME: O que o método cientifico pode dizer com certeza absoluta é que nós não somos frutos do acaso, nós não somos frutos de um processo (?), com certeza a metodologia cientifica tem mostrado hoje, só uma mente inteligente capaz de manipular informação, capaz de criar sistemas com complexidade, que orquestrou o universo. Agora quem é essa mente inteligente? Quais são os atributos? Qual é o nome que eu vou dar a essa mente inteligente? Infelizmente a ciência dentro das suas limitações não tem como dar respostas. E eu acho que isso é muito importante, porque a gente coloca os limites que a ciência tem.
JOF: Até onde ela pode chegar…
ME: Até onde ela pode chegar, e percebe-se que essa questão só vai ser respondida fora da ciência, com a teologia e a filosofia. E eu como cientista se alguém me pergunta, a ciência mostra que uma mente inteligente orquestrou o universo e a vida, mas cientista também é gente. E isso eu ponho nessa receita, nessa equação, a filosofia e a teologia que eu conheço, é lógico que os dados apontam pra o Deus deles, apontam pra uma mente extremamente inteligente, poderosa, com atributos que são descritos na bíblia, por isso que eu pela ciência entendo que foi um ser inteligente, e pela minha filosofia e teologia que eu conheço entendo que esse ser inteligente é o Deus bíblico.
JOF: A ciência tem possibilidades de detectar, e você até colocou na palestra hoje que os cientistas num certo sentido, eles já sabem disso né? Que existe uma inteligência superior, que orquestra, que arquiteta que arquitetou e planejou tudo isso, mas eles não querem admitir. Como é que eles têm conseguido até aqui manter, sustentar de alguma maneira esse modelo irreal, e até a gente pode dizer de certa maneira cheio falhas né, do modelo evolucionista, cheio de buracos e brechas… É na esfera política que a coisa tem acontecido?
ME: Eu acho que não, eu acho que é na esfera do conhecimento, porque a evolução é uma ciência que envolve varias áreas ela envolve a biologia, a bioquímica, a química, a genética, que o público em geral não conhece nem domina essas disciplinas, então quando o cientista fala que isso aconteceu e que ele tem muitas evidencias no campo da química, da biologia, da genética, não há como a população em geral, a mídia e outros órgãos verificar se aquilo lá é realmente a verdade. Então é o domínio da informação que o cientista tem que mantém a teoria intacta, inabalada, porque as pessoas não têm como no ponto de vista químico investigar a viabilidade da evolução, do ponto de vista biológico ou bioquímico. E essa discussão vai ter que ser feita dentro da própria ciência, por isso que eu falo que a evolução, eu espero que você não saiba química, que você não saiba ciência, que não saiba biologia, que você não saiba física, porque ao saber, ao entender química e ao avaliar esse processo do ponto de vista molecular, você vai perceber que…
JOF: Que tem furo…
ME: Que tem alguma coisa errada, que as contas não tão fechando. É por isso que a academia hoje ela, não vê design, ela não fala sobre design, ela não discute sobre design inteligente, ela pede pra cancelar as palestras…
JOF: Então, isso que eu estou te dizendo, não está acontecendo aí?
ME: Ela fala assim, “não chama o Marcos pra dar uma palestra na sua universidade, porque ele vai falar de religião”, porque se eu falo, e eu exponho os argumentos químicos e bioquímicos que vão contra a evolução…
JOF: Do ponto de vista cientifico…
ME: Do ponto de vista cientifico, fica muito claro que a teoria da evolução faliu que ela não fecha mais as contas.
JOF: O modelo, um paradigma que já não explica…
ME: Eu defendo uma teoria, sobre a qual somente eu conheço. E eu percebo que ela está errada, mas eu não quero admitir que ela esta errada, então eu quero ter o monopólio deste conhecimento, porque se o outro lado conhece (?) é complicado. Por isso que outro dia alguém falou assim, “o Marcos é um perigo pra evolução”, realmente eu acho que eu sou um perigo pra evolução…
JOF: Que coisa boa! (risos)
ME: Eu sei um pouco de química, eu sei um pouco de biologia, eu sei um pouco de genética, e com o pouco que eu sei, eu avalio a teoria, e a gente vê as falhas conceituais são tremendas.
JOF: Mas ai quando eu estou te falando dessa coisa política, ali nos bastidores, da sabotagem ali quando diz “você é um perigo pra teoria evolucionista”, então de certa forma não existe uma sabotagem de você chegar, e ter um alcance maior…
ME: Sim…
JOF: De você não conseguir se colocar de você não ter espaços onde você possa discutir isso com os evolucionistas, isso não tem sido brecado pra você?
ME: Com certeza! Eu acho que a academia em geral…
JOF: Ela boicota…
ME: Ela boicota, ela não quer que se discuta, ela não quer que se fale sobre isso, porque ela sabe que problemas seriíssimos, que a teoria esta em crise, uma crise profunda, e quanto mais meche piora a situação, então eles querem abafar, esquecer o problema. E obvio que quando eu me levanto, quando o Arnaldo se levanta, quando outros cientistas tem uma lista na internet com 800 cientistas que contestam a teoria da evolução e tiveram a coragem de colocar seu nome ali, a academia vai em cima, ela tenta suprimir o debate, inibir a nossa disposição em falar. Porque se a gente fala, e mostra pro publico em geral que não conhece química, mas fala eu conheço, então veja isso aqui, não fecha as contas, fica muito claro. Que realmente a ciência hoje não se mostra, que a evolução química, biológica e bioquímica não se sustenta mais a luz dos dados mais modernos.
JOF: É, esses grandes modelos, esses 3 paradigmas que sempre se explica a realidade da… por exemplo o marxismo, a psicanálise, eles estão sendo quebrados, eles estão sendo confrontados, eles já não explica, está tendo uma crise epistemológica, e o evolucionismo eles tem conseguido segurar um pouco ainda, no meio acadêmico essa manutenção do status quo, e eu imagino como não deve ta sendo pesado essa guerra aí…
ME: Marx caiu, mas a guerra foi tremenda, Freud caiu, mas a guerra também foi tremenda, acho que eles sobrevivem aqui no Brasil ainda em alguns…
JOF: Nichos, guetos…
ME: Guetos…
JOF: Guetos mesmo.
ME: E Darwin vai cair, mas a luta é muito grande. É um paradigma imenso, ele abrange praticamente toda a ciência. A ciência fechou um pacto com o darwinismo, colocou todas as suas fichas no darwinismo, e agora ela percebe que entrou em um barco furado, e admitir isso tá sendo muito difícil é uma luta muito grande…
JOF: É muito grande inclusive porque o neoliberalismo de alguma forma se sustenta nessa coisa da seleção natural, mas isso é outra história, mas vai por aí também em termos de ciências sociais, existe toda uma estrutura aí, muitos interesses que se articulam nesse sentido, por isso que eu estava te perguntando se não acontece uma coisa pela esfera política também, essa sabotagem e tal. Eu queria colocar assim, os naturalistas, eu achei curioso na sua palestra, quando eles não conseguem comprovar alguma coisa ou explicar direito na teoria deles, eles chamam de ‘milagre de acidente’, o acaso e tal, que vai bem dentro da teoria do humanismo, o acaso, e eles se irritam quando os evolucionistas chamam de milagre, aquilo que é milagre, proveniente de uma força superior, de uma mente superior, ou seja de Deus, mas se você ver num certo sentido isso é uma incoerência porque eles querem tanto a razão, mas quando eles querem explicar alguma coisa que eles não conseguem, então eles dizem que é acidente e o evolucionista diz que é uma razão superior, você vê que é uma incoerência do próprio modelo?
ME: É eu costumo dizer que ele crê no milagre, sem santo. É um milagre que não há um santo por trás com capacidade de realizar, quando você crê num santo, você acha que ele tem capacidade para executar um milagre, mas os milagres sem santo do naturalismo são inúmeros e o ajuste fino do universo que eles falam foi um acidente, as condições da terra ganhamos na loteria, o DNA foi frozen accident, ganhamos na loteria novamente! E eles não percebem que na realidade eles estão invocando, ter ganho em varias e varias loterias sucessivamente. Então é como aquele deputado né, que um dia disse que tinha ficado rico porque ganhou 13 vezes na loteria…
JOF: Ninguém acreditou…
ME: E ele já está acreditando no modelo naturalista, tanto é que assume ter ganho 13 vezes na loteria, que assume milagres que processos naturais, sabidamente não teriam capacidade para fazer…
JOF: Mas eles investem muito também na arrogância né… Teve um ponto que eu achei muito interessante, que é algo altamente polemico que você colocou ali, pra gente finalizar, do ponto de vista cientifico, há algum tipo de evidencia que o homossexualismo é uma questão de ordem genética? Como é que é isso?
ME: Então, a minha posição em relação a isso, e a gente vê os artigos científicos, acompanha um pouco a literatura nessa área, o que a gente percebe é que a ciência tem sido inócua com essa questão. E o problema do ponto de vista físico e material é imenso, são n variáveis, não é só a genética, a gente não pode reduzir o ser humano ao código genético, a pesar da importância do código, têm vários outros fatores…
JOF: A cultura, por exemplo?
ME: É, mas do ponto de vista material, você tem não só o código genético, mas você tem todos os processos físicos, químicos, que ocorrem durante o desenvolvimento do seu humano em etapas distintas, você tem os hormônios, a influencia de fatores externos como doenças, medicação e tudo mais, que teriam que ser colocados à mesa, e pra você ter uma amostragem significativa você teria que trabalhar com numero muito grande de casos, o que a gente vê hoje em ciência, é que a gente tem amostragem de menos e complexidade e variáveis demais. E praticamente todos os estudos nessa área terminam dizendo que são inconclusivos. Porque é muita variável, e ferramenta de menos pra avaliar, então a resposta mais honesta que eu acho que a gente teria que ter como cientista, é que a ciência não sabe dizer, a ciência se ela não sabe dizer se é genético, se é comportamental, se é influencia do meio, se é hormônio de mais ou de menos, se é consequência e algum medicamento que a mãe tomou durante a gravidez se não é, a gente não sabe dizer, a gente não tem ferramentas, não tem experimentos, não tem amostragem, nunca fez um estudo… Dois gêmeos idênticos, você teria que pegar os mesmos dois gêmeos idênticos e ser criados em condições diferentes, como fazer isso? Não tem como fazer isso, não tem como voltar a trás, se ele foi criado por uma família, ele foi criado por…
JOF: Passado é passado, não se volta…
ME: Pois é, passado é passado. Então a ciência, ela tem ferramentas extremamente limitadas tudo que a gente vai falar, não da pra afirmar, a ciência tem certeza absoluta que é ou certeza absoluta que não é. A resposta mais honesta é que a ciência não tem ferramentas pra avaliar um problema tão complexo como esse. Que envolve um ser humano tridimensional, formado por um corpo extremamente complexo, que tem código genético, tem hormônios, tem varias influencias químicas físicas e físico-químicas, e que alem disso tem uma alma, tem pensamento, ele sabe reagir, tem um espírito, tem a relação dele com o criador então tudo isso ta na mesa, e a gente tem que avaliar tudo isso pra dar uma resposta realmente sabia sobre o problema.
JOF: Professor, a gente quer que você deixe uma mensagem, assim o que você teria pra dizer pros jovens cientistas cristãos, o eu você teria pra dizer pra eles?
ME: O que eu teria pra dizer pros jovens cientistas cristãos é que a gente tem uma fé muito especial, tem gente que crê em tanta coisa não tem? Tem gente que crê em duende, tem gente que crê em Henry Christi, tem gente que crê que o universo foi formado e criado por processos naturais não guiados, tem gente que crê em Darwin e não vai abrir mão, ali é um darwinista, mas a gente crê num Deus que como eu disse no simpósio mata a cobra e mostra o pau, é um Deus que se mostrou e que se mostra através da natureza, com evidencias fortíssimas que ele existe, então quando Jesus falou que ele tem o domínio sobre as forças naturais, ele foi dar um passeio sobre as águas, quando ele disse que tinha domínio sobre a vida e a morte, ele chamou Lazaro para fora e esperou 3 dias pra que ninguém tivesse duvidas sobre isso, e quando ele falou ‘vou ao céu e voltarei’ ele subiu literalmente ao céu. E ele se revela na natureza, se revela na ciência de uma forma extraordinária então a gente tem fé, mas é uma fé racional, é uma fé alicerçada no conhecimento, no que a gente viu no que a gente testemunhou. Então se a gente espera que ele vá voltar, a gente crê que ele vai voltar porque ele deu provas disso, eu costumo dizer, é como você estar casado com alguém a 20 anos, o cara é bom, é fiel é teu marido e um dia ele chega pra você e diz “olha eu vou ter que fazer uma viagem, eu não posso te explicar o porque, mas daqui a 5 anos eu volto”, e você fica esperando ele voltar, mas ai os caras falam ‘não, mas porque você ta esperando?’ e você diz ‘porque eu conheço, ele me deu provas que ele vai voltar’, e ele volta mesmo, não é assim? Então, esse é o Deus que você crê, essa é a fé que você tem viu jovem? Você estude e defenda a sua fé, porque de obscurantista nós não temos nada, nós não somos medievais, nós não somos fanáticos irracionais, não somos… Cremos num Deus racional, um Deus que se mostra na natureza e que decidiu se mostrar cada vez mais através da ciência, é uma avalanche de dados recentes que mostra cada vez mais a existência de Deus, não é só a partícula de Deus, é inúmeras e inúmeras coisas, fatos científicos, achados científicos que mostram que Deus é real, e ele se cansou da ladainha da evolução, foi ele que fez e tá acabado, é obra minha para de dizer que não.

